‘Tinder Pet’ Promete unir Cães para Adoção e Famílias que Querem Adotar

No próximo mês, as ONGs protetoras de animais vão ganhar um ótimo aliado no processo de adoção: um site responsivo, que se adapta a celulares e tablets, que vai funcionar como um Tinder de pets. Ao Deu Match, a idealizadora do projeto, Andréia Freitas, contou que teve a ideia de criar o site logo que baixou o Tinder ‘para humanos’. “Baixei o Tinder e pensei: é isso que eu preciso para cães e gatos!”, contou a psicóloga.

A ideia é que o serviço não se assemelhe a anúncios nas redes sociais
O site vai estar no ar na primeira quinzena de abril. Haverá dois tipos de cadastro: o do usuário que quer adotar um pet e o de ONGs que vão cadastrar os bichinhos; cada ONG poderá abrigar pessoas que também querem doar animais. “Cada ONG recebe uma quantidade de convites para cadastrar protetores independentes e, somente desta forma, pessoas vão conseguir doar os animais. A ideia é que o serviço não se assemelhe a anúncios nas redes sociais, em que alguém vê um cachorro, tira a foto e publica lá”, explicou Andréia.

Para ser colocado para a adoção, o pet precisa estar castrado e vacinado. Alguns critérios serão levados em conta antes de definir quem vai levar o bichinho pra casa. “Os critérios são baseados na rotina do responsável. Se você escolher um filhote, por exemplo, vamos levar em conta quanto tempo você fica fora de casa, o quão significativo seria se ele roesse suas coisas, se o choro seria um problema para o síndico do prédio e para os vizinhos, enfim. A partir desse questionário, vamos definindo os mais aptos à adoção”, disse a psicóloga. “A decisão final sobre quem será o dono do pet será da ONG. O site só faz a ponte”.

Onde tudo começou
A ideia inicial de Andréia era criar um aplicativo, como é o Tinder. Contudo, o orçamento parar desenvolvê-lo ficou em torno de R$ 30 mil, o que era inviável para a protetora. “Depois de passar um ano pesquisando tudo o que eu queria no projeto, resolvi abrir um financiamento coletivo. Consegui pouco mais de R$ 15 mil, mas não tinha condição de arcar com o restante da despesa. Por isso, abri mão do aplicativo e desenvolvi o site responsivo e deixá-lo com cara de app”.

Texto extraído da Uol.

Foto: Getty imagens.

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